
Tudo começou quando acordei. Resolvi ligar a TV pra ver o que tava passando, vi que estava à solta um vírus estranho, algo que modifica o DNA humano, transformando-os em alguma coisa não humana. Já nos robôs ele entra nos circuitos, queimando cluster por cluster, até sobrar um amontoado de silício.
Sai na rua para buscar meu café da manhã, aparentemente estava tudo vazio, calmo, uma paz que nunca tinha visto antes. Mas o pior me esperava.
Um robô civil, desses que nos ajuda nas tarefas normais de ser humano, estava colocando em prática uma ação que os robôs só podem usar em caso de “código vermelho”.
Nesse tal “código” há uma parte que ainda lembro, quando estudei robótica no meu 2º ano do ensino médio. Trechos de papel daquela época poderiam me ajudar, peguei o que eu achei, nele dizia algo do tipo “(...) Os robôs civis devem agir sob a lei da seleção natural, selecionando-os e recrutando-os para trabalhar junto aos robôs policiais, criando um exército no qual salvará a humanidade. Não há falhas nessa lei apesar de que (...)”.
A partir desse ponto, não me lembro muito bem o que dizia, e o papel estava rasgado. Só sei que reconheci tudo isso em um instante.
Tudo não estava indo bem, eu estava na rua quando um desses robôs civis me aborda. Ele diz que minhas porcentagens de sobreviver ao vírus são pequenas, e menores que as dele, teria que me neutralizar.
Assustado eu me defendi, resisti ao máximo, gritava para ele “eu sou humano! Humano!”, mas o robô civil não dava à mínima, continuava sua luta.
Nós lutamos por muito tempo, eu sabia qual era o ponto fraco dos robôs –santas aulas robóticas- e claro que não deixaria que ele me matasse, mesmo sem saber um porque, eu desconfiava vagamente e pensava que “ele me confundiu” com um robô.
Quando robôs lutam e não há vitória, eles fazem um acordo de “autodestruição”, lógico que eu resisti à luta por esse acordo, mas não estava lembrado que nesse caso de “código vermelho” o prontuário eletrônico fica registrado diretamente na polícia, ou seja, ele pensara que eu realmente iria me destruir, mas até onde sei, não sou um robô.
Por fim ele entra em autodestruição, deixando uma espécie de caixa preta no chão, isso era tudo que eu tinha dessa maquina louca que queria me matar.
Em questão de segundos, eu estava me deparando com algo que eu nunca iria imaginar, travei uma luta com um robô, e estava prestes a ter que fugir e provar que eu sou um humano. Oras, eu não posso e não vou me auto destruir, não sou robô, muito menos vou ficar quieto, devo processar a empresa que criou esse ser, defeituoso, diga-se de passagem.
Agora eu estou perdido, tenho o que seria “os restos mortais” de um robô, único vestígio que pode me ajudar a entender o motivo disso tudo. Tenho também a polícia atrás de mim, vão me neutralizar, até que eu prove que sou humano. Mas e agora? Como provarei isso perante o Estado, se ele não existirá mais, a epidemia se alastra em milésimos de segundos, em questão de semanas não teremos mais o Estado para ditar as leis, todas as leis serão feitas por nós. Como vou provar que sou humano e tirar a polícia de minha mira?
Olho para mim e penso “Sou mesmo humano? Ou será que sou um robô?”.
Criei essa história apartir de um sonho, quanta besteira HAHUAHAHDHAUAHDUADHAU
2 comentários:
Olha, olha olha olha o primo tem blog. askasoaksoaskas
;]
kkkkkkkkkkkkkk do pó ao pó.... (sicicio ...areia)
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