quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Voltei! Mas foi preciso! [Rindo]

Depois de anos sem postar, postarei essa porque eu ri demais
a Amanda, uma grande amiga e muito engraçada, manda uma coisa no msn, agora mesmo.

Amanda diz:
*primeiro, 15 dias antes
*vc começa a ficar um cu com a vida, achar td um cu td horrivel
*dps começa a fase depressiva
*dps a fase estressada
*dps a fase que come 5 caixar de bis em 1 dia
*dps vc começa a inchar mais que um boi suas roupas n servem, n entram, vc fica com dor nos peitxu nas costas, n cvonsegue andar
*vc espirra sai sangue, peida sai sangue vc fala sai sangue
*dps vem a pos tpm, q vem o subito momento de depressao de novo e logo em seguida a vontadede matar alguyem
*a tpm começa 15 dias antes
*ai fica mais 7 dias menstruando
*mais a pos tpm
*ou seja vc tem 10 dias normais no mes HAHAHAHHA

Concordei com ela
E ri MUITO!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Num futuro, não muito distante.


Tudo começou quando acordei. Resolvi ligar a TV pra ver o que tava passando, vi que estava à solta um vírus estranho, algo que modifica o DNA humano, transformando-os em alguma coisa não humana. Já nos robôs ele entra nos circuitos, queimando cluster por cluster, até sobrar um amontoado de silício.
Sai na rua para buscar meu café da manhã, aparentemente estava tudo vazio, calmo, uma paz que nunca tinha visto antes. Mas o pior me esperava.
Um robô civil, desses que nos ajuda nas tarefas normais de ser humano, estava colocando em prática uma ação que os robôs só podem usar em caso de “código vermelho”.
Nesse tal “código” há uma parte que ainda lembro, quando estudei robótica no meu 2º ano do ensino médio. Trechos de papel daquela época poderiam me ajudar, peguei o que eu achei, nele dizia algo do tipo “(...) Os robôs civis devem agir sob a lei da seleção natural, selecionando-os e recrutando-os para trabalhar junto aos robôs policiais, criando um exército no qual salvará a humanidade. Não há falhas nessa lei apesar de que (...)”.
A partir desse ponto, não me lembro muito bem o que dizia, e o papel estava rasgado. Só sei que reconheci tudo isso em um instante. 
Tudo não estava indo bem, eu estava na rua quando um desses robôs civis me aborda. Ele diz que minhas porcentagens de sobreviver ao vírus são pequenas, e menores que as dele, teria que me neutralizar.
Assustado eu me defendi, resisti ao máximo, gritava para ele “eu sou humano! Humano!”, mas o robô civil não dava à mínima, continuava sua luta. 
Nós lutamos por muito tempo, eu sabia qual era o ponto fraco dos robôs –santas aulas robóticas- e claro que não deixaria que ele me matasse, mesmo sem saber um porque, eu desconfiava vagamente e pensava que “ele me confundiu” com um robô.
Quando robôs lutam e não há vitória, eles fazem um acordo de “autodestruição”, lógico que eu resisti à luta por esse acordo, mas não estava lembrado que nesse caso de “código vermelho” o prontuário eletrônico fica registrado diretamente na polícia, ou seja, ele pensara que eu realmente iria me destruir, mas até onde sei, não sou um robô.
Por fim ele entra em autodestruição, deixando uma espécie de caixa preta no chão, isso era tudo que eu tinha dessa maquina louca que queria me matar.
Em questão de segundos, eu estava me deparando com algo que eu nunca iria imaginar, travei uma luta com um robô, e estava prestes a ter que fugir e provar que eu sou um humano. Oras, eu não posso e não vou me auto destruir, não sou robô, muito menos vou ficar quieto, devo processar a empresa que criou esse ser, defeituoso, diga-se de passagem.
Agora eu estou perdido, tenho o que seria “os restos mortais” de um robô, único vestígio que pode me ajudar a entender o motivo disso tudo. Tenho também a polícia atrás de mim, vão me neutralizar, até que eu prove que sou humano. Mas e agora? Como provarei isso perante o Estado, se ele não existirá mais, a epidemia se alastra em milésimos de segundos, em questão de semanas não teremos mais o Estado para ditar as leis, todas as leis serão feitas por nós. Como vou provar que sou humano e tirar a polícia de minha mira?
Olho para mim e penso “Sou mesmo humano? Ou será que sou um robô?”.

Criei essa história apartir de um sonho, quanta besteira HAHUAHAHDHAUAHDUADHAU

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Como é dificil...

"Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo" (Efésios 4:32).

Apesar de estarmos cientes da nobreza do perdão, e em bases teóricas discursarmos que se deve perdoar, citando inclusive os efeitos benéficos do perdão para a saúde física e emocional e das bênçãos decorrentes deste ato, basta sentarmos juntos para ver um filme ou novela para vermos o quanto é fácil torcer por vingança e como ficamos felizes por não haver perdão na ficção... Só na ficção?

Infelizmente, como disse Mark Twain: "É mais fácil lidar com a adversidade. Com a dos outros, especialmente". Quando nós temos que perdoar, sempre temos inúmeros argumentos para não fazê-lo, e nosso orgulho ferido luta com todas as forças para que não perdoemos.
Ao contrário do que se pensa, a facilidade para perdoar não está relacionada ao tamanho da ofensa. Crianças e adultos caminham do mesmo modo, mesmo tendo pernas de tamanhos diferentes! Perdão vem de um coração pré-disposto a perdoar sempre, um coração que entende que o preço de se arriscar num relacionamento pode ser alto, mas acredita que sempre vale a pena investir. Há pessoas que perdoam atos graves sofridos, como adultério, estupro ou tentativa de assassinato; outros não perdoam uma data esquecida, um atraso ou uma resposta negativa.

Temos dificuldade em perdoar porque achamos que somos o centro do universo e que coisas e pessoas existem para satisfazer nossas necessidades e/ou caprichos. Quando pensamos que somos mais importantes que os outros, torna-se custoso descer do nosso pedestal para nos rebaixarmos perante meros mortais.

Não devemos, porém, esquecer que, quando não perdoamos, ficamos presos às pessoas que nos feriram e até mesmo às lembranças das feridas. Basta lembrarmos do acontecimento desagradável, que todas as emoções negativas nos envolvem novamente, envenenando todo o nosso ser. Não perdoar significa levar nosso ofensor a tiracolo pelo resto da vida! O perdão liberta, afugenta os fantasmas do passado, cura as feridas, nos devolve as noites tranqüilas de sono.
Perdoar não faz bem apenas ao outro, mas principalmente a nós mesmos.
Nas palavras de João Alexandre, estão conselhos sábios sobre o perdão:

Se a palavra vier armada ou chegar precipitada,
Se ao falar faltar juízo, perdoar é preciso.
Se a ironia for calada e o silêncio condenar,
Se surgir fingido o riso, perdoar é preciso.
É preciso perdoar, pois o amor é paciente;
A segunda milha andar,
Cada dia um passo à frente.
Na alegria conviver, na doçura caminhar,
Nas tristezas tudo crer, nas ofensas perdoar.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Confiram


terça-feira, 9 de setembro de 2008

Ter ou não Ter, Eis a questão.

Todos procuram a felicidade, claro que ela não esta num ponto. Muito menos é algum objetivo, apenas é a transição nesse "objetivo imaginario".

Todos a querem. E todos a procuram, nos mais variados lugares e das mais diferentes formas."O grande desafio da criatura humana é a própria criatura humana", ou seja, o nosso grande desfio somos nós mesmos, nosso autoconhecimento.

Dificil né? também acho.

Nós, seres humanos, já viajamos pelo espaço, fomos à lua, descobrimos outros planetas fora do sistema solar. Ainda assim, este homem, guiado pela tecnologia ainda não conseguiu encontrar a plenitude, a felicidade, porque não teve coragem de realizar a grande viagem interior, tentativa mais eficaz para o autodescobrimento.

Não logrou realizar alguns questionamentos, tais como: quem é? de onde veio? para onde vai? e porque está aqui?Por mais que tenha pensado nessas coisas, não chegou em lugar algum.

Apenas gerou mais e mais discussões, que por sua vez não foi a lugar nenhum também.Cabe ao ser inteligente descobrir na Terra a razão fundamental da própria existência, a fim de estabelecer os parâmetros propiciados da felicidade, de forma a desenvolver a capacidade de crescimento interior, razão primordial da sua auto-realização.

Enquanto não se resolva por detectar e aplicar os métodos mais compatíveis para o enriquecimento moral e espiritual, tudo se lhe apresentará sem sentido ou maior significado transformador, tornando-se o trânsito carnal um desafio recheado de desencanto e decepções.
Podemos alcançar a felicidade hoje, agora, a despeito dos problemas que estamos enfrentando. Basta olhar a vida com outros olhos, mudando as lentes pelas quais enxergamos os fatos.
Sabemos que não somos somente aparência material, física.


O ser humano é pré-existente ao corpo e a ele sobrevivente. Através desse conceito é que conseguimos entender nosso enigmas, as problemáticas do inter-relacionamento, da dor, do desamor.A felicidade tem uma conotação diferente para cada criatura, de acordo com o nível intelectual de cada um. Se perguntarmos o conceito de felicidade, teríamos respostas variadas, de acordo com as necessidades de cada um.

Lamentavelmente, não sabe-se o que é felicidade por estarmos, nós seres humanos, vinculados ao material. Não conseguiu-se, ainda, um conceito claro sobre felicidade.

Várias pessoas da filosófia, vários pensadores, tentam defini-la.
A verdadeira felicidade consiste em fazer o bem, "não é ter ou não ter".

Um dos grandes filósofos da nossa história, afirmou serem três os pré-requisitos para alcançarmos a felicidade: "consciência reta", "vida correta" e "Coração de Paz".

Ironicamente falando poucos tem isso. Os que tem não conheço, tão pouco eu.

Temos que lembrar que a vida não é um problema, é um desafio. Ela nos apresenta oportunidades de crescimento, notadamente nos setores que mais necessitamos. Por detrás dos problemas existem lições, desafios, tarefas. E grande ventura tomará conta de nós quando vencermos os obstáculos que a vida nos apresenta. O sermão da Montanha é a pura prova de que somente serão bem aventurados aqueles que souberem superar as dificuldades da vida. Se não acreditarmos, basta olharmos as pessoas felizes e verificar que todas elas passaram ou passam por grandes provas e expiações.

Lembremo-nos dos primeiros cristãos, que seguiam cantando até a arena onde seriam devorados pelas feras.
Pesquisando descobri que Vicente de Carvalho considerou que a felicidade existe, mas é difícil de ser alcançada, porque está sempre onde a pomos e nunca a pomos onde estamos.
As estradas que levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo, cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.
Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que as circunstâncias felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.


Construímos castelos no ar, sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade, e por entre ilusões românticas, investimos toda a felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.
Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino, somos herdeiros de nossos atos. Assim sendo, fracassos ou sucessos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.


A destinação do ser humano é ser feliz. o ser psicológico esta fadado a uma realização de plena alegria, mas, por enquanto, a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós mesmos a percebemos, conscientizando-nos de que cada um de nós tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.

Disse-nos Jesus: "O meu reino não é deste mundo", eqüivalendo dizer que a verdadeira felicidade é um estado de permanência e que a verdadeira plenitude será um dia alcançada, em alguma das muitas moradas do Pai. A felicidade não pode ser algo tão transitório.

A arte de viver é a arte de servir. Feliz é quem ama, não aquele que se faz amado. Felicidade é a arte de exalar alegria, a proposta da felicidade é esta auto-superação, da dominação das nossas más inclinações.

Encaremos a vida com os olhos do bem, com a visão do amor e com o concreto desejo de olharmos à nossa volta e verificarmos que o Pai tudo nos legou para que a nossa felicidade se efetive já. Abençoemos o trabalho em que a vida nos situou; santifiquemos a família terrena do jeito que os familiares são; enfrentemos com dinamismo e alegria os obstáculos da vida e assim, amando e servindo, haveremos de encontrar a felicidade que há muito tempo espera por nós.

Baseado em textos pesquisados na internet.

Assistam esse filme.

domingo, 24 de agosto de 2008

Ninho fraternal















Até onde os pais influenciam na vida do feto?
Impõem ordens e metas para que os filhos sejam outra coisa.
Outra coisa que eles nunca foram.
Se foram, querem perpetuar o seu sonho, sem levar em conta que o filho dele TEM outro sonho.
Acontece de terem o mesmo sonho, nesses casos garanto que não houve pressão por parte do pai.
A pressão imposta pelos pais é natural, pois desejam que o filho seja capaz de seguir sozinho.

Freud disse:
"Para ele a lei do pai, ao proibir a posse da mãe, primeiro objeto de desejo, que deverá transferir-se para outra mulher e, no caso da filha, para outro sexo, inaugura o acesso à maturidade e à capacidade do simbólico, através da prova da castração.

Para que uma mulher possa ser considerada "boa mãe" pela psicanálise, é preferível que ela tenha experimentado, em sua infância, uma evolução sexual e psicológica satisfatória, junto de uma mãe também relativamente equilibrada.

Se uma mulher foi educada por uma mãe perturbada, terá grande probabilidade de que sinta dificuldade em assumir sua feminilidade e sua maternidade. Quando for mãe reproduzirá atitudes inadequadas que foram as da sua própria mãe."

E o pai?
O pai tem grande influencia no psicológico do filho, é algo momentâneo que não influencia tanto quanto a mãe.

Ambos são responsaveis pelo futuro do filho.

Winnicott responsabiliza exclusivamente as mães pela saúde dos filhos afirmando que: a saúde do adulto forma-se durante toda a infância, mas as funções dessa saúde, são as mães que as estabelecem durante as primeiras semanas e os primeiros meses da existência de seu filho.

Minha palavra:
Você vai ser o que seus pais mandam, até ganhar independência, e seguir a sua vida do jeito que você quer. Mas cuidado para não carregar os vicios deles em você, seus filhos não merecem isso.


quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Inaugurando

Começando essa pira aqui..
Vou comentar e pesquisar sobre comportamento femenino..
obvio que eu sou apenas um viajante, o tal viajante ulteriano.

Começarei discorrendo sobre um acontecimento.
Até agora não entendi
Claro que enfatizarei os fatos..
Minha mãe é um doce de pessoa =P
Lá vai:
















Estava eu, voltando da escola, indo para o meu quarto.
Minha mãe estava limpando e passando panos e mais panos.
resolvi entrar no quarto. Minha mãe:
- Não! não entra!
E eu:
- Por que??
- Porque vai sujar!
- Ok..ok.. quer que eu ajude?
- Não..só não atrapalhe.
Fui para um outro canto do quarto. E ela:
- Não fique ai, ajude!
- Mas não falou que não queria ajuda?
- Não fica ai que atrapalha!
- Ta..eu saio..
Depois eu pergunto:
- Posso ir no computador?
- Pode! Só deixa eu limpar aqui..
- Ok ¬¬
Passou-se segundos:
- Você fica ai, parado, e não ajuda..

Conclusão: Nunca tente entender uma mulher!
Elas REALMENTE confundem a mente de qualquer homem.

Obrigado XD